quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O Que William Branham Chamava de Suprema Deidade do Senhor Jesus Cristo


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Em Deuteronômio 6:4 é dito: “Ouvi ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Deus”. Esse é o assim chamado “Shemá Israel”, que era proclamado pelos israelitas em todas as sinagogas e que foi inclusive repetido pelo próprio Filho de Deus após ser questionado por um escriba sobre qual era o principal mandamento, a fim de averiguar se os Seus sinais estavam em conformidade com a Palavra de Deus.

Ao proclamar o Shemá em Marcos 12:29, o escriba então com grande regozijo respaldou as palavras do Messias dizendo: “Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que Ele é o único e que não há outro senão Ele”. E mesmo antes disto, ao ser tentado por Satanás no deserto induzindo-Lhe para que o adorasse, Cristo lhe censurou: “Vai-te para trás de Mim, Satanás; porque está escrito: Adorarás o Senhor Teu Deus e só a Ele servirás”.

O Filho jamais alegou ser o Deus único ou muito menos reclamou adoração para Si próprio porque Ele sabia que somente o Seu Pai, Jeová Elohim, é o único Deus soberano e o Auto-Existente Senhor de todo o universo. O mundo inteiro está sob o Seu domínio e não há outro Deus além Dele. Não há ninguém que possa ser comparado a Deus e Ele Mesmo nunca necessitou pedir conselhos a ninguém. E até mesmo o próprio rei pagão Nabucodonosor após recuperar a sua consciência admitiu que não havia ninguém que pudesse Lhe dar conselhos.

Em uma determinada ocasião perguntaram ao irmão Branham qual era a diferença entre Deus e o Seu Filho e ele respondeu: “Nenhuma, exceto que os filhos tem começos”. O profeta estava se referindo à Sua sucessão filial.

Como o homem que é descendente de Adão e destarte pertencente à espécie humana, do mesmo modo o Filho veio de Deus e portanto pertence à espécie de Deus, levando Consigo o mesmo gene de Deus, o mesmo Espírito, a mesma Palavra e até mesmo o Seu próprio Nome. E por ser também o Seu Filho Primogênito, Jesus tem direito a 50 por cento da herança do Seu Pai. Porém nada disso faz do Filho o próprio Deus e Pai de todos, visto que o Filho foi gerado e teve portanto um princípio.

O Filho somente pode ser visto como Deus, quando se refere à encarnação, pois Deus habitou em Seu Filho em plenitude. Deus tabernaculou no corpo de Seu Filho e a vida que Nele estava era a vida de Seu Pai. William Branham chamava isso de a suprema Deidade do Senhor Jesus Cristo, o qual foi um dos seus principais ensinos.

“Suprema Deidade” vem da palavra grega “theos”, que literalmente significa “Deus”. Mas se Jesus é o Filho de Deus, então Ele não pode ser nada mais do que o Filho da Suprema Deidade porque só Deus é supremo e somente Deus é a Deidade, porém o Deus supremo habitou em Seu Filho ao derramar do Seu Espírito sem medida.

William Branham lembrava também o que fora dito em Hebreus de que por várias maneiras no passado Deus falou aos pais por meio dos profetas, mas que nos últimos dias Ele condescendeu no corpo de Seu Filho Unigênito a fim de por meio Dele Se revelar ao Seu povo e ser por ele tocado.

O Pai acompanhou o Seu Filho na carne da mesma forma como o Filho podia acompanhar a Seu Pai em uma nuvem ou mesmo em uma Coluna de Fogo. Entretanto, o corpo de Jesus foi o templo do Espírito Santo onde Deus pôde divinamente cumprir os Seus propósitos segundo o conselho de Sua vontade. Entre o Pai e o Filho havia uma perfeita unidade. Algumas vezes o Filho falava, enquanto que em outras, Deus falava através de Seu Filho, visto que o mesmo saía do caminho para que o Pai pudesse semear a Sua Palavra.

Em figura humana, o Filho precisou aprender a obediência por meio das coisas que sofreu, mas Deus Mesmo não precisava aprender obediência. E por ter vencido na cruz ao consumar a nossa fé com o Seu sacrifício, o qual já havia sido determinando desde antes da fundação do mundo, o Filho ascendeu ao Trono e assentou-Se à destra da Majestade nas alturas, porquanto assim como o Filho saiu de Deus, para Deus Ele deveria voltar e prosseguir sob a jurisdição de Seu Pai. E também por Sua vitória o Filho tornou-Se digno de receber adoração, porém não como Deus.

Ele recebe adoração não por causa do que Ele era, mas por causa do que Ele fez. E Ele somente poderia ter feito o que Ele fez por causa do que Ele era, a saber, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Diógenes Dornelles
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