quarta-feira, 1 de abril de 2015

deidade9

Deidade - parte 9

Os Nove Braços do Memra

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Culto do dia 11.07. 2004
 D.Rosendo

-           Apocalipse 21 versículo 21. Está escrito assim: “E as doze portas eram doze pérolas. Cada uma das portas era uma perola. E a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente, e nela não vi templo”. Quero ver como os igrejeiros vão se sentir. “Porque o seu templo é o Senhor Deus Todo Poderoso e o Cordeiro”. Vamos mais um outro. O versículo 23. “E a cidade não necessita de Sol nem de Lua para que nela resplandeçam, porque a Glória de Deus a tem alumiado e o Cordeiro é a sua lâmpada”.

2-         Meu Deus, meu Pai, nós estamos agradecidos a Ti porque o Senhor tem tido misericórdia de nós. E nesses últimos dias, quando o mundo está coberto por trevas, o Senhor tem alumiado as nossas vidas, as nossas almas, os nossos corações. Nós te agradecemos por isso, Pai, por esta luz que brilha em nossas vidas, pela vida eterna que o Senhor tem colocado dentro de cada um de nós, por nossas almas terem sido redimidas pelo sangue do Cordeiro de Deus. Nos ajude a compreender mais uma parte da Tua Palavra. E que possamos sair daqui melhores pessoas, sendo transformados pelo conhecimento das Tuas verdades. No nome de Jesus Cristo, nós te pedimos. Amém.

3-         Podeis vos assentar. De manha, para as pessoas que não estavam, nós pregamos continuando o assunto sobre a Deidade. Nós falamos sobre “Deus Fez um Corpo Para Si mesmo”.(Deidade 8- Ed) Nós pregamos com a mensagem “Os Dons de Deus Sempre encontram Seus Lugares”. E... Eu quero iniciar neste instante citando pra vocês um dos parágrafos desta mensagem. “Os Dons de Deus Sempre encontram Seus Lugares”, onde o profeta faz uma citação... Que algumas pessoas ficaram abismadas quando nós citamos aquilo, e eu procurei onde o parágrafo estava, porque às vezes nós estamos lendo uma tradução do espanhol. E o parágrafo não bate. Então... Se eu tenho as duas em casa eu comparo e descubro onde está. Parágrafo 93 da mensagem “Os Dons de Deus Sempre encontram Seus Lugares”.

4-         Ele diz: “Eles O rejeitaram porque? Alguns deles, uma grande parte deles, rejeitaram. Fizeram aquilo por causa disto, porque Ele morreu”. Não creram em Jesus porque Ele morreu. Ai está o problema, porque Judas ficou tonto, “desbaratinado”, porque foi o contrario do que ele tinha pensado. Judas esperava que o Messias, quando fosse entregue, com um sopro de sua boca destruiria seus inimigos. Ele quis dar uma ajuda traindo-O. Não foi por causa do dinheiro. Mas ele não sabia que estava cumprindo a Palavra de Deus, as profecias, e o certo é que quando ele O entregou, Ele foi como ovelha muda. Ai ele se arrasou. E por Ele morrer, eles ficaram preocupados. Muitos O rejeitaram, não creram. Por isso que quando Ele disse: “O Filho do Homem vai até Jerusalém e vai ser preso, vai ser morto”, Pedro disse: “De maneira alguma. Tu não vais morrer”. (Mateus 16:21-23)

5-         Ele cria que Jesus era Deus, e Deus não morre. Vocês acham que os discípulos entendiam qual a relação entre Deus e Jesus? Se eles não tinham o Novo Testamento para ler, se não tinham as suas revelações. Eles não tinham um profeta como nós temos. Você acha que eles entenderam? Você tem todo o Velho Testamento, o Novo Testamento, para comparar um com o outro, e tem ainda a revelação dos Dons, trazida pelo Sétimo Anjo, e mesmo assim você deixa muita coisa passar por alto! Quanto mais os discípulos que não tinham nada em mãos. Foram tirados assim, do meio da capoeira, como dizem. Do mar, com mãos encalejadas, sem entender. Eles não entenderam.

6-         E a tristeza foi esta. Em quem eles colocaram toda a esperança... Estava sendo esbofeteado! Todos se dispersaram. Agora vocês podem entender um pouco a preocupação daqueles dois no caminho de Emaús, e um viajante desconhecido se encontrou com eles e disse: “O que vocês estão conversando?”.
 E Disseram: “Você não ouviu falar dos últimos acontecimentos? De Jesus de Nazaré, que nós acreditávamos que fosse o Messias, e foi morto, levaram o seu corpo, nó vimos.... (Lucas 24:17-19) Todos preocupados. Era como se o mundo tivesse acabado para eles. Toda esperança em vão.

7-         “Por causa disto muitos O abandonaram”. Por que? Porque Ele morreu. E eles disseram: Ele não podia ser a Divindade e morrer”. Jesus não poderia ser a Divindade e Morrer. Porque a Deidade não pode morrer, e, no entanto, morreu. Qual é a diferença? Tinha que haver um profeta para nos mostrar isso. Ele diz: “O homem, o corpo, não era Divindade. Mas a Divindade estava no corpo. Este corpo tinha que perecer. Aquele corpo não era a Divindade.  A Divindade estava naquele corpo. (Os Dons de Deus Sempre encontram Seus Lugares” parágrafo 93)

8-         Para que você possa entender se existe alguma diferença entre Deus e Jesus. Então eu trouxe para vocês esta pequena e simples ilustração que vocês conhecem muito bem. Todos os irmãos daO pregador aponta para o candelabro com Sete Lâmpadas) Nós vamos falar um pouco sobre ele, para entrarmos em outros símbolos também, para vocês entenderem. Se a salvação vem dos judeus, como disse Jesus, ... O Profeta diz: “A verdadeira religião veio dos judeus”, então vamos voltar um pouco e ver no que, em quem, ou como os judeus criam.
Mensagem conhecem isto, conhecem este símbolo. (

9-         Este é chamado de castiçal de sete braços. É chamado de Menoráh. É o símbolo da luz espiritual de Israel que emana dos Céus. Porque esta peça de ouro batido... Deus ordenou que Moisés à fizesse, e tudo que Moisés fez era o modelo do que existia no Céu. Vocês lembram destas coisas.

 (Ex 25:31-40 " Também farás um candelabro de ouro puro; de ouro batido se fará este candelabro; o seu pé, as suas hastes, os seus copos, os seus botões, e as suas flores serão do mesmo. E dos seus lados sairão seis hastes; três hastes do candelabro de um lado dele, e três hastes do outro lado dele. Numa haste haverá três copos a modo de amêndoas, um botão e uma flor; e três copos a modo de amêndoas na outra haste, um botão e uma flor; assim serão as seis hastes que saem do candelabro. Mas no candelabro mesmo haverá quatro copos a modo de amêndoas, com seus botões e com suas flores; e um botão debaixo de duas hastes que saem dele; e ainda um botão debaixo de duas outras hastes que saem dele; e ainda um botão debaixo de duas outras hastes que saem dele; assim se fará com as seis hastes que saem do candelabro. Os seus botões e as suas hastes serão do mesmo; tudo será de uma só peça, obra batida de ouro puro. Também lhe farás sete lâmpadas, as quais se acenderão para iluminar defronte dele. Os seus espevitadores e os seus apagadores serão de ouro puro. De um talento de ouro puro os farás, com todos estes vasos. Atenta, pois, que o faças conforme ao seu modelo, que te foi mostrado no monte.")

10-       “Deus passou as instruções a Moisés quanto à construção de um grande Castiçal. ‘Moisés, faça um castiçal’”. E Ele deu as medidas. A altura deste castiçal era de um metro e meio. Quase à minha altura. Só tenho um e sessenta e sete, talvez nem isso. Depois que a gente engorda parece que diminui um pouco. (risos)

11-       Um metro e meio tinha este Castiçal. Então não era uma coisa pequena. Se eu pudesse teria um aqui do tamanho do original, para que você pudesse ver o que os judeus sentiam com a sua presença.

12-       Ele tinha um metro e meio de altura e quarenta e três quilos de ouro maciço, o qual deveria ter sete astes, ou pontas, e em cada ponta deveria haver uma lâmpada, a qual queimaria óleo de oliva e iluminaria o interior Tabernáculo, e posteriormente o templo de Jerusalém. (Ex 27:20-21 " Tu pois ordenarás aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveiras, batido, para o candeeiro, para fazer arder as lâmpadas continuamente. Na tenda da congregação, fora do véu que está diante do testemunho, Arão e seus filhos as porão em ordem, desde a tarde até a manhã, perante o SENHOR; isto será um estatuto perpétuo para os filhos de Israel, pelas suas gerações.") Então veja. O Tabernáculo não possuía janelas. E isto ficava aceso durante o dia para iluminar o interior do tabernáculo. Eles cultuavam sob a luz destas sete lâmpadas, no Antigo Testamento. Você também vai notar que esta peça tinha que ser feita de ouro batido e não tinha emendas. Era uma peça só.

13-       Não tinha emendas, não tinha rejunte, não tinha rasuras, e a aste central, na qual ficava o depósito do azeite. E o azeite emanava dali para os sete braços. Tendo este do centro. O que comandava. O mais alto. E seis, de um lado e do outro.

14-       O homem foi feito no sexto dia. Só ai você já vê Jesus Cristo no meio da Igreja. Deus no homem é o que faz ele ser perfeito. No meio dos outros seis braços. Ele é o do meio.

15-       Então, ele teria uma base, uma aste central de onde sairiam as outras seis astes, três para cada lado, cada aste seria decorada com três cálices de ouro em formato de amêndoas, e uma maçaneta, uma espécie de suporte para a lâmpada, onde ela era colocada. E uma base estrelada em formato de flor, a qual serviria como lâmpada. E o fato interessante é que todas as astes deveriam iluminar em direção ao centro. Todas as astes teriam que iluminar em direção ao centro, não em todas as direções como é comum nos candelabros. A luz era direcionada.

16- Desta forma as astes do Menoráh, voltadas para o centro...-Que a lâmpada que... Eles brilhavam... Não eram lâmpadas individuais. ... Procedia da aste central, procedia do mesmo azeite. Por isso que uma das coisas que você encontra no livro de Apocalipse, na abertura dos Selos é isto: “Não danifiques o azeite e o vinho”. Estão lembrados? Era como se fosse uma grande e única chama. Tudo isso ai.

17-       Deus disse assim para Moisés: “Todos juntos como se fosses um”. Os sete braços. Este fato, isolado, nos mostra que o Menoráh jamais foi criado por Deus para ser um simples objeto de iluminação. Tinha um significado. Todos eram um. Aqueles sete braços.

18-       Estas foi à oração de Jesus, creio que foi em João 17, “Para que todos sejam um, como Eu e Tu, Pai, somos um. Então, esta aste é muito mais do que um objeto de iluminação. Ela representa um objeto criado sob as ordens do próprio Deus com um mistério contido na sua própria arquitetura que nos ensina sobre o grande plano do Eterno Deus para o homem.

19-       Alguns sábios judeus da idade média, dos tempos antigos, afirmavam que este Menoráh representa a arvore da vida, e que suas sete astes representam também as sete palavras que compõem o primeiro versículo de Gênesis. Vamos ler. Nós estamos estudando sobre a Deidade.  “No principio criou Deus os céus e a terra”.

Versão: Original: Hebreu (com vogais) / Grego Transliterado: Gênesis 1:1 berê'shiyth bârâ' 'elohiym 'êth hashâmayim ve'êth hâ'ârets

 - Versão: Original: Hebreu (sem vogais) / Grego Nestle:   בראשׂית ברא אלהים את השׂמים ואת הארץ            

Versão: English: King James Version with Strongs:   Gênesis 1:1   In the beginning  God  created  the  heaven and  the earth.    No princípio, Deus criou o céu e a terra.”


20-       Quando você traduz uma frase do inglês para o português, você vai ver que tem uma diferença muito grande na junção das palavras, porque não é a mesma coisa. Eles não usam os mesmos vocábulos que nós usamos.

21-       No Principio criou Elohim os céus e a terra. No Grego você tem as sete palavras, com respeito a este assunto. Simplesmente isso. Nada a mais e nada a menos, porque os números de Deus são perfeitos, não falham.

22-       Então, aquilo representava as sete palavras que compõem o primeiro versículo de Gênesis. Mas há muitas outras representações, como... Quando você estuda as mensagens, ou as Sete Eras da Igreja, você vê tudo isso. Quando o profeta de Deus faz estas comparações e mostra dentro da Bíblia. Uma outra coisa que esta peça de ouro representava, você vai encontrar no livro do profeta Zacarias 4. Onde ele tem uma visão de um candeeiro de sete pontas. Veja, aquilo existia no tabernáculo do deserto, aquilo existia no templo, mas por que o profeta Zacarias tinha que ter uma visão sobre isto? Porque aquilo que estava na terra era uma representação do que havia no Céu.

23-       Ele teve uma visão de um candeeiro de sete pontas, que eram abastecidas por duas oliveiras. E aquelas duas oliveiras, quando você vai ao livro do Apocalipse, representam Moisés e Elias. “Estas são as minhas duas Oliveiras. As minhas duas testemunhas”. Eram abastecidas por estas duas oliveiras. Porque o azeite de oliva queimava ininterruptamente, e precisava ser reabastecido. Na visão que Zacarias teve eram duas oliveiras que abasteciam aquilo.
 (Zacarias 4:1 E O ANJO que falava comigo voltou, e despertou-me, como a um homem que é despertado do seu sono,  2 E disse-me: Que vês? E eu disse: Olho, e eis que vejo um castiçal todo de ouro, e um vaso de azeite no seu topo, com as suas sete lâmpadas; e sete canudos, um para cada uma das lâmpadas que estão no seu topo. 3 E, por cima dele, duas oliveiras, uma à direita do vaso de azeite, e outra à sua esquerda. 4 E respondi, dizendo ao anjo que falava comigo: Senhor meu, que é isto? 5 Então respondeu o anjo que falava comigo, dizendo-me: Não sabes tu o que é isto? E eu disse: Não, senhor meu. 6 E respondeu-me, dizendo: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel, dizendo: Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos.)

24-       Agora veja uma coisa. O profeta Zacarias identifica as sete pontas como sendo “os Olhos do Senhor que percorrem toda a Terra”. Zacarias 4:10. Agora, Deus tem sete olhos? Uma borboleta que é cheia de olhos. Você pensa que são olhos, mas não são. São disfarces. São para que ela se esconda dos predadores.  Aquilo ali é para assustar os adversários. Mas diga-me, Deus tem sete olhos? Aqui diz que são os sete Olhos do Senhor que percorrem toda a Terra.  Ai você entende isto quando olha em Apocalipse capitulo cinco versículo seis que diz: “Então vi no meio do trono, e dos quatro seres viventes entre os anciãos de pé um cordeiro como tendo sido morto. Ele tinha sete chifres, bem como sete olhos, que são...”. Zacarias havia dito que eram os sete olhos, e João, finalizando o Novo Testamento dizendo que aqueles sete olhos são “... Os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra”.

25-       Como você entende isto? Quem lê os símbolos não consegue entender. Mas quando o profeta os revelou, ele mostra que estas sete lâmpadas, ou estes sete olhos que Zacarias viu, ou estes sete espíritos de Deus que percorrem toda a terra, ele disse: “São os sete mensageiros enviados as sete eras da Igreja”. Entendem?

26-       Então, neste texto nós lemos os sete olhos como sendo os sete espíritos de Deus, os quais percorrem toda a terra. Mas nós vamos para outro profeta. O profeta Isaias. O que escreveu toda a Bíblia em seu livro. Ele profetiza... Veja. O profeta Isaias vai mais longe ainda. E ele diz... Ele mostra que os sete espíritos de Deus representam o próprio Filho de Deus, Jesus Cristo. Mesma tradução de Josué, de Yeshua, como queiram chamar... E que fazem tanta confusão com isso! Sem precisão. Apenas atrás de descobrir coisas novas. Mas não há nada de novidade.

27-          Aquilo representava o próprio Filho de Deus, Jesus Cristo.  
(Para que não haja confusão no aprendizado, Este Ser que se apresenta “representando” o Filho de Deus, é Deus Mesmo o Espírito Santo durantes as Eras da Igreja. Ed.)
Por isso Ele está no meio dessas sete pontas, desses sete candelabros. Os Sete espíritos do Senhor que percorrem toda a Terra, é O Espírito vindo em cada etapa, em cada era em um mensageiro, representando as sete características do servo do Senhor. Porque cada profeta, cada mensageiro era um enviado, era um servo. Mas quem primeiro assumiu a forma de servo para obedecer às ordens foi o próprio Jesus Cristo. Ele é o servo do Senhor. Está no livro de Isaias. No livro dos Salmos. E em tantas outras Escrituras. E quando se fala nesse servo do Senhor, Isaias diz no capitulo onze versículo um: Do tronco de Jessé sairá um rebento”. Vocês já sabem até quem é o rebento. Saiu como Renovo, numa terra seca. “Do tronco de Jessé sairá um rebento, e das suas raízes, um renovo. E repousará sobre ele. Por isso Ele diz: “O Espírito do senhor Jeová está sobre mim. Não foi assim que Ele leu quando entrou no templo?

28-       Isaias Continua dizendo: “Repousará sobre Ele o espírito do Senhor, o espírito de sabedoria, de entendimento, de conselho, de fortaleza e de temor do Senhor. São as características do servo do Senhor. Estes sete espíritos de Deus. Estas sete etapas que percorreriam a terra, primeiro tinham que estar no principal. No Principio, no Logos que saiu de Deus. Não é que Deus é sete espíritos. Deus é apenas um Espírito. É o Alto Suficiente. O Espírito Eterno. Mas em Apocalipse capitulo um, do versículo doze ao versículo vinte... Realmente nós entenderemos o verdadeiro significado do Menoráh e seus sete braços.

29-       João diz em apocalipse 1:12: “Voltei-me para ver quem falava comigo e vi sete candeeiros de ouro”. Esta é a característica. É o Espírito. A característica do espírito que estava sobre o servo. E no meio dos candeeiros, um semelhante ao Homem, com vestes talhares e cingido a altura do peito com uma cinta de ouro”. E num versículo adiante diz: Escreve, pois as coisas que viste, e as que são, e as que hão de acontecer depois destas”. Os sete candeeiros são as sete estrelas. E Jesus diz que o Menoráh representa as sete igrejas. Os sete candeeiros que viste são as sete igrejas”. Por isso tinha que vir com um símbolo judaico, porque os Apóstolos estavam sendo mostrados primeiro para os judeus, que trariam o evangelho dos Judeus para os Gentios. Esses irmãos do passado podiam entender que esta igreja, mesmo sendo gentia, ela é compostas por Judeus e Gentios de todas as Nações. Todos brilhando no mesmo sentido. Refletindo a luz de Cristo.

30-       AS sete igrejas representadas no Menoráh devem resplandecer a luz da Palavra de Deus, testemunhando para o mundo qual é o caminho da verdade. E Jesus mesmo disse aos seus discípulos: “Vos sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sob monte, nem se ascende uma candeia para colocá-la debaixo da cama. Mas sim num ligar público e alumiar todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está no Céu. (Mateus 5:14)

31-       Que coisa. Deu pra ter uma pequena idéia sobre isto? Vamos mais adiante. Vocês conheciam este. Certo? Estudaram muito sobre isto. O irmão Branham, quando prega “As Sete Eras da Igreja”, este é o símbolo que o representa. Estão vendo? Aquele é este aqui.  Só que este é o símbolo para os judeus. Aquele é para nos que agora entendemos o que ele representa.

30-       Mas eu quero apresentar para vocês não só o Monorá, o candelabro de sete braços. Eu quero também lhes apresentar o MEMRAH, o candeeiro de oito braços. (Aproxima-se do quadro com o candelabro com 9 braços) O primeiro é de seis, porque o sétimo é o que complementa. Entendam isto. Este outro é de oito. Mas tem nove por causa do centro.

31-       Nós estamos dando uma introdução para estudos que viram depois, dentro do assunto da Divindade. Por isso eu estou vos apresentando estes símbolos.

32-       O candeeiro com nove lâmpadas. Oito dirigidas ao centro. Isto também vem dos símbolos judaicos. O candeeiro de oito braços. Eles usam este na festa de Shanucáh, que se inicia em vinte e cinco de Novembro até o dia vinte e nove de Dezembro. Durante todos os dias. Porque?

33-       Deste a histórica vitória dos Macabeus, aquele período de quatrocentos anos, entre o Velho e o novo Testamento aconteceram coisas que as pessoas não sabem. A vitória dos Macabeus sobre os Sírios e seus aliados. Aquilo aconteceu em 165 A.C antes da era comum. De lá para cá eles celebram o Shanucá durante oito dias.

34-       Após três longos anos de guerra os Macabeus conseguiram derrotar aqueles que queriam impor restrições às práticas religiosas judaicas e conquistar o templo sagrado de Jerusalém. Eles acabaram com tudo!

35-       Eles profanaram o templo, colocaram imagens, ídolos no templo, sacrificaram porcos no altar, quebraram os vasos sagrados, destruíram tudo! E aqueles irmãos do dia, restauraram as tradições dos seus ancestrais. Venceram a guerra depois de três anos de provações.

36-       A palavra Shanucá, em hebraico significa dedicação. Refere-se à purificação. Conseqüentemente, rededicação do templo de Jerusalém para Deus. (Jesus participou destas festas.) Isto ocorreu em 165 antes de Cristo. (João 10:22 E em Jerusalém havia a festa da dedicação, e era inverno. 23 E Jesus andava passeando no templo, no alpendre de Salomão.)

37-       Depois que eles reconquistaram o local era necessário reascender o Menorá. Ele tinha sido destruído. Mas depois que eles venceram...        (Fim do Primeiro lado da fita) - ...Procuraram acender novamente o MenoráH, para comemorar a vitória sobre os seus inimigos, mas para tristeza deles não se encontrou mais o azeite Sagrado!

38-       .. Não se encontrou azeito puro, porque todos os azeites... Porque tinha que ser um azeite não adulterado. Porque o azeite representa o Espírito Santo, e o Espírito santo não aceita mistura. Então, não havia azeite puro. Não encontraram. Tudo foi destruído. Ai veio à preocupação: “Nós não podemos ascender este símbolo sagrado com um azeite misturado”. Acabaram com tudo. Alguém, (assim como nos dias de Jesus havia um menino com cinco Paes e dois peixes), encontrou em pequeno frasco contendo um pouco de azeito puro, legitimo, que tinha escapado. Mas não dava para acender todas as lâmpadas. Aquilo era uma coisa pra poucas horas. Mas era algo que ficava todos os dias aceso! Eles não tinham como fazer aquilo. “Nós não podemos acender isso assim. Vai ficar pela metade”. E os sacerdotes disseram: “Não. Nós precisamos acender. Precisamos re-dedicar o templo e esta chama sagrada tem que ser acesa”. Então eles colocaram aquele pouco de azeite ali, acenderam as lâmpadas, fizeram o seu trabalho, e de uma maneira milagrosa ela ardeu durante oito dias.

39-       De lá para cá os nossos irmãos judeus comemoram o Shanucáh. E não mais acendem o candelabro com sete lâmpadas, porque ele tinha seu significado até ali. Eles, então, acenderam o de nove. O MEMRÁ.

40-       Enquanto este (de sete) aponta para as eras da igreja, para os mensageiros, para os sete olhos de Deus, o Memrá esta acima dele, Pois ele é o Símbolo do Próprio Deus. Aquele Ser o qual os judeus não chamam pelo nome.

41-       Quando eles falam Jeová, Elohim, El, Eles citam, e logo em seguida eles falam: “Louvado seja o seu Santo Nome”. Porque não pode ser pronunciado em vão. Se vocês não conheciam, aqui está. Este representa o próprio Deus. O próprio Criador. (O pregador aponta para o quadro)

42-       O candelabro que eles acendem na festa do Shanucáh é o Memrá, de oito braços, e não o de seis...
(O de seis é o que tem sete braços contando com o do centro, o de oito braços é portanto o de Nove. Ed)
Na época do templo antes aquela destruição, quando a Divindade Era revelada diante de Moisés, diante dos sacerdotes que ministravam no templo, eram acesas sete lâmpadas. Sete lamparinas eram suficientes para iluminar o mundo. Mas, após a destruição do templo já não era mais ali. Precisava que outra coisa fosse feita. Precisava-se clarear a escuridão do exílio, quando eles estavam espalhados pelos quatro cantos da terra. Deve-se empregar uma luz que transcende a ordem natural. Por isso já não era mais sete. Aquilo já havia se concluído. Depois do sete vem algo mais. Depois do sete vem o oito.

(Para aqueles que não sabem o candeeiro com nove lâmpadas, sendo oito dirigidas ao centro, veio também dos símbolos judaicos. Eles usam este na festa de Shanucah (Nov/Dez) com duração de oito dias, em comemoração à vitória dos Macabeus sobre os sírios em 165 a.C. Desde então, os judeus celebram esta festa e não mais acendem o candelabro de sete lâmpadas, porque ele tinha o seu significado até ali, passando então a acender o de nove, o Memra. Enquanto que aquele de sete tipificava para os judeus os dias da criação, e para a Noiva as Sete Eras da Igreja, os mensageiros de Deus, etc, o Memra está acima dele, pois ele é o Símbolo do Próprio Deus, Aquele Ser o qual os judeus não chamam pelo nome, Aquele que transcende as eras, pois se trata da própria eternidade. O menorá de sete ramos era aceso durante o dia, dentro do santuário.  E agora, este aqui é aceso à noite, porque estamos em tempos de trevas, e é colocado na janela – Ed.)


43-       Porque o Milênio ainda representa o tempo? Ainda é uma parte do tempo. Porque é o sétimo. O milênio é o sétimo dia. O descanso. Ele ainda é tempo. Mas, depois do Milênio é que se entra no oitavo dia, e este é a Eternidade. Mas para a Eternidade poder ser estabelecida precisa-se do Nono. O numero Nove. Porque alguém tem que estabelecer a Eternidade. E este que estabelece a Eternidade é o Eterno. O do centro. A chama do meio. Porque Ele é o Espírito de onde emanam todas as coisas. Você encontra Paulo falando sobre os nove dons do Espírito Santo. Emanam de quem? Dele. De Deus. De Deus emanam todas as boas dádivas.

44-       A luz é produzida pelas nove chamas que são acesas. O numero oito reflete a luz que não está presa por limitação. Não tinha azeite? Mas Deus fez um milagre e aquilo transcendeu.

(“No dia 25 de Kislêv foi reconsagrado o Altar. Era o ano 3595 de nosso calendário, que correspondia a 165 aEC, pelo gregoriano. A Menorá do Templo precisava ser acesa e, para isso, era necessário azeite de oliva ritualmente puro. Contudo, havia apenas um frasco que não fora violado pelos gregos, suficiente para um dia apenas. Mas, mesmo assim, acenderam a Menorá. E, foi então que ocorre o grande milagre e o azeite ardeu por oito dias.” (Por Rabino David Goldberg)

As oito chamas estão refletindo uma luz que não está presa a tempo, a espaço, a momentos, a açoites, nada. Ela continuará brilhando. “De Eternidade a Eternidade Tu És Deus”. (A congregação diz, Amém!)

45-       Enquanto o Menorá era aceso durante o dia no interior do Santuário, ... Quem quisesse vê-lo tinha que entrar. Este aqui, o Memrá, da festa de Shanucáh, é aceso a noite perto de uma janela, onde possa ser visto de fora. Porque Deus não quer ficar escondido. Ele quer ser mostrado. Deus quer ser visto. Deus quer ser contemplado, adorado, louvado. Para isto Ele teve toda à uma Eternidade antes sozinho, solitário. Por isso Ele quis barulho no Céu. Criou os anjos para louvá-Lo, para fazer barulho, bater as asas pra lá e pra cá e disse: “Assim esta bom!”

46-       Ele teve a eternidade para estar só. Quando Ele veio para o santuário, a gloria da SHEKNHA lá no propiciatório, foi por um período de tempo. Mas chegou o momento que aquilo foi rasgado porque Ele queria ter visto. “Eu sou a luz do mundo. Não posso estar escondido num velador”.

47-       O menorá era aceso durante o dia, dentro do santuário. A coisa teve que ser mudada. E agora, este aqui é aceso a noite, porque estamos em tempos de trevas, e é colocado na janela. Jesus Disse: “Você não vai colocar debaixo da cama. Você acende e coloca num lugar público”. Então se coloca perto da janela, para quem passar possa ver. O judeu olhava pra esse símbolo e lembrava do Único Deus que não tem principio e nem fim.

48-       Para que vocês entendam mais um pouco disto, para concluirmos isto, quero apresentar pra vocês como eles acendiam o Memrá. Não era aceso de qualquer maneira. Não venha adorar a Deus de qualquer maneira que Ele não vai aceitar. Não cante de qualquer modo que Ele não vai aceitar. Este povo honra-me com seus lábios, mas seus corações estão longe de Mim”. “Em vão me adoram ensinando doutrinas que são preceitos dos homens”. O profeta diz: “Eles cantam como anjos, mas mentem como o Diabo”. Porque nem se quer crêem no que estão cantando.

49-       Então não venha de qualquer maneira que Deus não aceita. Eles não acendiam isto deEla é a chama que não se apaga.
qualquer maneira. A primeira lâmpada era acesa na sexta-feira, primeiro dia da festa. Tudo isto tem um significado. A do meio fica acesa sempre. Porque nunca parou de brilhar sua luz.

50-       Se começa da direita para a esquerda. Primeiro se acendia esta na sexta-feira, e eles recitam a benção de Deus sobre a casa, sobre a família. Toda a família tem que estar reunida nessa hora. Quando não tem o homem, a mulher é quem faz. Você pensa que a mulher está de fora? Não teve um homem que mais ralhou com uma mulher que o profeta de Deus. Ele disse: “É porque eu amo vocês, e quero lhes ver na posição exigida por Deus”.

51-       Na sexta-feira, primeiro dia, é aceso a primeira lâmpada. Só isso. Tudo é feito na luz da primeira lâmpada. Na segunda noite é acesa a segunda. No domingo acende-se a terceira. E assim vai. No quarto dia se acende a quarta lâmpada. No quinto dia eles passam para o outro lado. Acende-se a quinta lâmpada. No sexto dia a sétima lâmpada é acesa, e no sétimo dia você já encontra a outra aqui, e no oitavo dia, porque é na eternidade que Deus volta a ser tudo em todos. Ai você vê a luz completa.

52-       É no oitavo dia. Na eternidade. Quando você vê novos céus e nova terra. A santa cidade. Nova Jerusalém. Ai você vai entender porquê de os judeus terem estes símbolos. Porque deles vem à verdadeira adoração a Deus. Pra isso eles aprenderam com Abraão que Deus é único. Ai você vai ver o que nós lemos no livro de Apocalipse. Não vai precisar de lâmpada, luz, de nada disso. Porque lá, o Memrá, Deus, vai se tornar tudo em todos. Tudo vai estar em suas mãos, porque neste momento este é o trabalho de Cristo. Através de mim, através de você Ele esta juntando o povo. Toda a família tem que estar junta para acender estas lâmpadas.  Isto tem sido feito continuamente até que chegue este ponto. “E nela não vi templo”. Lembre-se que o Menoráh era aceso dentro do templo. Mas o Memrá é diferente, é em cada casa. Cada família em sua casa. Tudo isto são símbolos, que no real diz: “Isto é individual. Cada um de vocês faça a sua parte”.

53-       Não espere fazer só à parte da igreja. Não espere apenas pelo momento do culto para adorar a Deus em espírito e em verdade. Que as nossas vidas sejam constantes acender de luzes.  Uma constante adoração, para que quando chegarmos ao oitavo, nos possamos ter o Nove sobre nós. O do meio. O Pilar de Fogo. O Principal.

54-       Coríntios 8:6: “todavia, para nós há um só Deus”. Quem é este? Antigamente você dizia: “É Jesus”. Era muito simples. Mas você sabia que faltava algo. E o que você ia fazer com este versículo? Por isso que quando iniciamos pregando estudos sobre a Deidade, sobre o Logos... Eu comecei dizendo: “Esta era a doutrina apostólica. É a doutrina que William Branham veio restaurar”. Mas muitos não têm entendido. “Todavia, para nós há um só Deus, o Pai”. O Pai é o que gera. De quem é tudo e para quem nós vivemos, é um só Senhor”. Por isso você pode chamar Jesus de Senhor. Um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas. Porque Jesus, o Filho do Pai, foi feito Senhor e Cristo. Deus é quem faz tudo em todos. (Atos 2:36)

55-       Quando culminar neste ultimo aqui, quando chegar neste dia, ai você vai poder ver claramente se cumprir sobre você literalmente. Apocalipse 21:22. “E nela não vi templo porque o seu templo é o Senhor Deus Todo Poderoso”. Agora me diga, o que é um templo? Um santuário. Um Tabernáculo. Não sabei que são templos do Espírito Santo?. Porque o Espírito Santo Habita em você. Templo é isto. Você entra e se sente bem. O Espírito santo habitando em você. Mas lá não há Templo. Então estaremos em que? No Eterno. Em Deus. Ele será o nosso templo. Imagine que coisa tremenda e gostosa. “Seu templo é o Senhor Deus Todo Poderoso e o Cordeiro”. Deus Todo Poderoso e o Cordeiro, Jesus Cristo.

56-       E a cidade não necessita de sol”. Por que o Memrá simboliza aquele que criou as estrelas. Não necessita de estrelas ou de Lua para que nela resplandeça, porque a glória de Deus a tem alumiado”. Não reparta Deus em nove partes. Não é isto. Isto vem de uma só base. Dele emanam estas nove virtudes que o profeta cita em suas mensagens. Dele emanam estes nove dons espirituais. Nos poderíamos estudar cada um deles. Começando pela Redenção. Ele vem ao nível do homem para levá-lo ao nível em que Ele está.

57-       “Porque a glória de Deus a tem alumiado e o cordeiro”, porque esta grande luz será como o centro de energia, para ficar mais fácil de entender. Mas a lâmpada não é a energia. O Senhor Deus todo Poderoso é a energia, mas a lâmpada é o Cordeiro. Por isso é Ele no trono e o Pilar de Fogo por cima. Vamos orar.

58-       Gloria a Deus. Que vontade de ser mais crente, não é? São Lucas 22:14. “E chegada a hora, po-se a mesa e com lê os Doze Apóstolos. E Disse-lhes: ‘Desejei muito comer convosco esta páscoa antes que padeça. Porque vos digo que não a comerei mais até que lá se cumpra no Reino de Deus’. E tomando o cálice, e havendo dado graças disse: ‘Tomai-o e reparti-o entre voz, porque vos digo que não beberei do fruto da vide até que venha o Reino de Deus’. E tomando o pão e havendo dado graças parti-o e dei-lo dizendo: ‘Este é o meu corpo que por vós é dado. Fazei isto em memória de mim’. Semelhante mente tomou o cálice depois da ceia dizendo: ‘Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue que é derramado por vós. Mas eis que a mão do que meu trai esta comigo à mesa, e na verdade o Filho do Homem vão segundo está determinado. Mas ai daquele homem por quem é traído’. E começaram a perguntar entre si qual deles haveria de fazer isto’”.

59-       Vamos agradecer a Deus. Faça a sua reflexão desde já enquanto preparamos os elementos para orarmos. Oremos. As coisas do Senhor são perfeitas. Nem sempre conseguimos acompanhar os Seus mistérios. Tanto é que os homens só tomam conhecimento quando já esta tudo feito. Quando o Senhor traz uma revelação... Aquilo já tem acontecido há tanto tempo. E às vezes pensamos que aquilo esta para frente. O Senhor mandou João Batista e depois disse: “Ele já veio não conheceram”. Do mesmo modo farão com o Filho do Homem. Tantas coisas ele Lhe perguntaras quando o Senhor já as tinha feito, e quantas vezes eles Lhe perguntaram e o Senhor não responde por que já havia sido falado. E mais uma vez promete nos enviar nos últimos dias a revelação de todas as coisas.

60 - O Senhor poderia ter juntado toda a terra e todos os teus eleitos e predestinados e ter feito com que eles nascessem no mesmo tempo para todos juntos ouvir o profeta revelar os mistérios, pregar os selos ressuscitam mortos, mostrando que o Deus criador continua o mesmo. Poderia ter proclamado a terra para ouvir aquele homem pregar as Tuas verdades. No entanto o senhor permitiu que ele nascesse num lugar distante, numa família tão pobre, e pregado para um pequeno grupo de pessoas. Quando estava pregando as verdades do Deus eterno, poucas pessoas estavam ali para ouvi-lo. Mas o Senhor fez exatamente como fez no Egito. Ordenou que José armazenasse alimento para o tempo de seca. O Senhor fez a mesma coisa, fez com que o alimento ficasse armazenado, porque era Teu plano, nós estarmos hoje ouvindo estas coisas, que estivesse pregando para uma igreja futura. Assim como era Teu plano vir A terra num lugar tão esquisito, num pais tão pequeno, e se manifestar lá e dizer que este evangelho seria pregado em toda a terra e a toda criatura. E isto esta sendo feito. Só temos que crer que tudo está sob o Teu controle. Porque o Senhor conhece todas as coisas.

61 -      e Depois de termos ouvido estas verdades, pedimos a Tua ajuda, a Tua manifestação em nossos corações, a Tua Revelação. Em nossas vidas. (fim)
-continua  a parte da comunhão.

No próximo culto estudamos sobre:
DEUS FALANDO ATRAVÉS DO FILHO



COMPLEMENTO SOBRE O TEMA:

Ano após ano, à época de Chanucá, as luzes são acesas em todos os lares judaicos para celebrar os
acontecimentos daqueles dias, com cânticos de louvor a D'us. assim, os caminhos de Israel são iluminados pela mensagem eterna: "a luz espiritual de Israel nunca será apagada".
Todas as noites, acende-se primeiro o shamash, depois pronunciam-se as seguintes bênçãos:

 “Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner Chanucá.”
Bendito sejas Tu, A-do-nai, nosso D ‘us, Rei do Universo, que nos santificaste com Teus mandamentos, e nos ordenaste acender a vela de Chanucá.


“Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, sheassá nissim laavotênu, bayamim hahêm, bazeman hazê.”

Bendito sejas Tu, A-do-nai, nosso D us, Rei do Universo, que fizeste milagres para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época.

Na primeira noite, depois de recitar as duas bençãos recita-se o shehecheyánu:


Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiyánu lazeman hazê.

Bendito sejas Tu, A-do-nai, nosso D us, Rei do Universo, que nos deste vida, nos mantiveste e nos fizeste chegar até a presente época.

Na segunda noite e em todas as outras subseqüentes recita-se:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner Chanucá.

Bendito sejas Tu, A-do-nai, nosso D us, Rei do Universo, que nos santificaste com Teus mandamentos, e nos ordenaste acender a vela de Chanucá.


Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, sheassá nissim laavotênu, bayamim hahêm, bazeman hazê.

Bendito sejas Tu, A-do-nai, nosso D us, Rei do Universo, que fizeste milagres para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época.

Em seguida, acendem-se as velas da chanuquiá com o shamash.

Após acender as velas, coloca-se o shamash à esquerda da chanuquiá, de modo que fique mais alto do que as chamas da chanuquiá, e recita-se:

Hanerot halálu ánu madlikim al hanissim veal hapurkan veal haguevurot veal hateshuot, veal haniflaot, sheassíta laavotênu, bayamim hahêm, baeman hazê, al yedê cohanêcha hakedoshim. Vechol shemonat yemê Chanucá, hanerot halálu côdesh hem, veen lánu reshut lehishtamesh bahen êla lir otan bilvad, kedê lehodot lishmecha, al nissêcha, veal nifleotêcha, veal yeshuotêcha.

Acendemos estas luzes em virtude das redenções, milagres e feitos maravilhosos que realizaste para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época, por intermédio de Teus sagrados sacerdotes. Durante todos os oito dias de Chanucá, estas luzes são sagradas, não nos sendo permitido fazer qualquer uso delas, apenas mirá-las, a fim de que possamos agradecer e louvar Teu grande nome, por Teus milagres, Teus feitos maravilhosos e Tuas salvações.

                            MENORÁ DE CHANUCÁ
As luzes da chanuquiá são sagradas e afirmam a supremacia da Luz Divina sobre as limitações humanas.

Ano após ano, quando chega a época de Chanucá, as luzes são acesas em cada lar judaico celebrando os acontecimentos na época dos chashmonaim, quando estes se rebelaram contra o jugo do império greco-sírio de Antiocos (175 a.EC). Decidido a helenizar todo seu império, o dominador direcionou seu poder despótico contra o espírito de Israel. Os judeus, ao derrotar as forças de Antiocos e com a retomada do Templo Sagrado, iniciaram um processo de purificação espiritual. Era indispensável, antes de mais nada, reacender a Menorá, símbolo da luz espiritual de Israel, criada por D'us. A cada ano, em Chanucá, comemoramos a preservação do espírito de Israel.

O esforço da vida é captar a luz para iluminar a escuridão. É empenhar-se em cultivar tudo que é bom neste mundo e dirigir todos os recursos para sobrepujar e transformar a negatividade do "lado obscuro" da Criação. Este processo era exemplificado pelo acendimento da Menorá no Templo Sagrado. Diariamente, óleo da mais pura qualidade era colocado em cada lamparina, acesa pelos Cohanim antes do anoitecer. Colocada dentro do Santuário a luz da Menorá irradiava um brilho Divino que passava através das paredes do Templo e iluminava a escuridão do mundo exterior. As sete chamas emanavam para o mundo uma verdadeira Luz Sagrada.

A Menorá do Templo simboliza a criação do universo. Suas sete lamparinas aludiam à perfeição, dentro da ordem natural refletida nos sete dias da semana. Aludem, também, às sete sefirot, que são os sete traços mais importantes do caráter humano. Ei-los: chessed: o amor e a benevolência para com o próximo; guevurá: o auto-controle e temor a D'us; tiferet: compaixão; netzach: vitória; hod: humildade e devoção; yessod: comunicabilidade e malchut: receptividade.

No deserto, D'us ordenou a Moisés atirar o ouro no fogo e logo apareceu milagrosamente a Menorá Sagrada. Forjado numa única peça de ouro, o candelabro de sete braços simbolizava as almas que se originam de uma única fonte. Todas as lamparinas são igualmente "parte da Centelha Divina", cada qual com sua personalidade única. Todas se voltam ao centro da Menorá, como as almas se empenham em direção a um mesmo objetivo.

O óleo significa a essência destilada. Nítido e separado ao mesmo tempo, penetra em tudo à sua volta. O óleo sobe à superfície, enquanto os outros líquidos permanecem estáticos e não se espalham; o óleo, como a alma, se expande, penetrando, afetando e tocando tudo. Ao profanar o óleo sagrado da Menorá do Templo, os gregos tentaram destruir a essência da alma judia.

Um pavio sem óleo produz luz fraca. Uma vida sem Torá e mitzvot, apesar de arder pelo desejo de se relacionar com D'us, é incapaz de sustentar sua chama. Podem-se experimentar breves momentos de experiência espiritual, mas, faltando o óleo da genuína substância Divina, rapidamente desaparecem e falham ao tentar introduzir uma luz resistente no mundo. Quando o pavio é inserido no óleo e é aceso, o pavio absorve, transmite e transforma o óleo em uma luz firme e estável.

Com a destruição do Templo Sagrado não há mais como acender a Menorá do Templo. A Menorá que acendemos em Chanucá, e que chamamos de chanuquiá, tem oito braços e não sete. Na época do Templo, quando a Divindade era revelada, sete lamparinas eram suficientes para iluminar o mundo, mas após a destruição do Templo, para clarear a escuridão do exílio, deve-se empregar uma luz que transcenda a ordem natural. Tal luz é produzida pelas oito chamas que são acesas em Chanucá. O número oito reflete a luz que não está presa por limitações.

Enquanto a Menorá do Templo era acesa durante o dia e no interior do Santuário, a Menorá de Chanucá é acesa à noite e colocada perto de uma janela onde possa ser vista de fora.

As luzes da chanuquiá são sagradas. Não é permitido fazer uso delas, somente olhá-las, afirmando assim a supremacia da Luz Divina sobre as limitações humanas. Colocada em lugar visível, a Menorá de Chanucá ensina que deve-se espalhar a luz da Torá para todos. É acesa após o anoitecer (com exceção do Shabat), durante oito dias, a partir do dia 25 de Kislev. Sua luz nos lembra que, mesmo nos momentos mais obscuros da existência, a luz da sabedoria pode brilhar intensamente; e também que a redenção é possível de ser alcançada bastando acender mais uma chama.
(Fonte do complemento: Revista Judaica Morasha)



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